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Good-bye, kids!
Entre o Caos e a Desordem, entre o Absurdo e o Disparatado. Na procura permanente do Absoluto. É aqui o espaço das mais amplas liberdades. Da crítica feroz sem limites. Da sátira sem piedade. Da masturbação ideológica, política, linguística e literária. Onde não existem certezas. Nem incertezas. Aqui caminha-se sempre no fio da navalha. Entra e fica por cá. Entre a Pevide e o Pudim. Seja lá o que isso for.
Ora o nosso irmão Chronos mostrou e muito bem a filosofia do verdadeiro macho; Ora eu tenciono agora mostrar o comportamento do verdadeiro macho. Ora cá vai: Começo por narrar uma situação na qual participei como espectador. Tinha eu entrado no autocarro de manhã, como de costume, para ir para évora quando oiço uma jovem (também frequentadora habitual do autocarro) a perguntar a um Rapaz, "então qué feito da Cristina?". Ora este jovem poderia responder algo como "está constipada", ou "tem sinosite, não tem podido vir", ou mesmo "está constipada", mas não se trata de um Rapaz normal mas sim de um verdadeiro macho por isso esse tipo de expressões não são utilizadas, ao que ele optou por responder "Tá ca gosma!!!". Ora aqui está a maneira como um macho deve responder. Um macho na se preocupa com termos demasiado técnicos ou formais, o "Tá ca gosma" serve para qualquer situação. Em relação à parte afectiva, também o macho tem formas "carinhosas" de exprimir afecto. Ora disso também conheço um exemplo: ia um jovem casal a passear na rua, tão sorridentes que eles iam, mas havia um problema estavam afastados um do outro e portanto o macho decidiu tomar uma atitude. Ele poderia dizer "anda para perto de mim", "chega-te para perto de mim" mas era demasiado banal e o macho queria realçar o quanto ele queria que ela se aproxima-se e como tal soltou um lindo e sonoro "Páaaaaaaquiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!". E finalmente chegamos ao tópico de como deve o macho chamar outro macho ou a sua companheira. no que diz respeito a macho a macho, podiam comprimentar-se com um bom "olá tudo bem?" mas deixemo-nos de "mariquices" heis como um macho comprimenta outro "Tão pichas como é que isso tá!", posso também citar um dialogo "Cortaste o cabelo? Ya cortei! Cortezinho à paneleiro hã? Pedi pa cortar igual ao teu!" Isto sim é a "amizade" de um macho. Agora em relação à sua companheira penso que este exemplo que vos vou dar diz tudo. Não venham com amorzinho isto e aquilo chamem pelo nome e da maneira que este macho fez (nesta situação estáva eu e o irmão Chronos) "Pxxxxxxxxxxxttt Mafaaaaaaalda!!!" Ora isto sim é expressar afecto. E fica assim contada a atitude do Macho espero que o irmão Chronos não se importe de ter acrescentado um tópico ao seu artigo. Atenciosamente Odin
Então meninos estão prontos para mais uma história do avó Odin???? Ora cá vai: Um dia, um pobre velhinho estava a andar de bicicleta pelo campo. Todo contente, lá ia ele, como um menino que acabara de receber um brinquedo novo. De repente, um nevoeiro cerrado se instala; E assim, o pobre velhinho, como não podia ver nada pedalou em direcção a um penhasco e começou a cair. Durante a queda o velhinho pensou: Ehhhh! Foda-se deixei a televisão ligada em casa!!!!!! Moral: Para morreres descansado, não deixes coisas ligadas em casa.
Posta (n-1)
O excesso de fumo naquela sala minúscula começava lentamente a atrofiar-lhe os sentidos. Cofiava a barba de forma violenta, quase como se se punisse secretamente de cada vez que arrancava, embora raramente disso se apercebesse, um ou dois cabelos, cujo aspecto retorcido e deformado o enojavam profundamente. Ainda assim, tinha de esperar por Esmeralda, que tinha ido falar com Stalemar logo após o falecimento do Coronel. O vendaval de acontecimentos ainda o perturbava: primeiro, Stalemar tinha ameaçado denunciar Carmela às autoridades se ele não fizesse o que lhe era pedido e, sendo o irmão dedicado que sempre tinha sido, resolvera assassinar o Cardeal; seguidamente, Esmeralda telefonava-lhe de um prédio em Lisboa onde tinha acabado de morrer o Coronel Vitoriano; e, finalmente, tinha aquela desagradável sensação na nuca que geralmente lhe indicava que estava a ser vigiado. Ora, muito embora a morte necessária de D. José Torcato se tinha dado sem que tivesse tido alguma coisa que ver com isso, planeava conseguir usá-la para libertar a sua irmã do domínio forçado de Stalemar, e, para tal, precisava de vergar Esmeralda para que esta o pudesse ajudar. Não será de admirar, portanto, que tenha ficado extremamente ansioso quando esta lhe disse que tinha acabado de contribuir para o falecimento do opositor directo de Stalemar nas próximas eleições, e que precisava da sua ajuda para conseguir sair dali incólume. Era precisamente este alerta que Esmeralda lhe tinha feito assim que chegara ao prédio que tinha despertado o terrível incómodo na nuca e, apesar de não poder, racionalmente, colocar de lado essa hipótese, resolvera não se preocupar muito com isso até saber, concretamente, o que se passava. Levantou-se e começou a descrever círculos cada vez mais apertados em redor da pequena mesa do pub, onde esperava Esmeralda há já mais de meia-hora, pensando que talvez Stalemar tivesse descoberto a relação entre ela e D. José Torcato e decidido terminar ali um dos poucos elos verdadeiramente perigosos que ainda se mantinham entre os dois. Entretanto, Esmeralda começava a convencer o recém-apontado candidato do PVV de que a melhor alternativa seria tentar recolher o apoio do Vaticano e tentar abafar duas mortes irritantemente convenientes e, ao mesmo tempo, perigosas para uma caminhada bem sucedida até ao topo. Ao mesmo tempo, levava-o a crer que tinha sido o irmão de Carmela a assassinar o Cardeal e que poderia, facilmente, descartar-se de qualquer culpa desde que conseguisse provar que Enrique tinha sido vítima dos abusos do pequeno grupo do qual fazia parte D. José e que era orientado e acarinhado por Dona Violante, uma beata enxuta que mantinha um negócio pouco respeitável na aldeola e que comandava, em larga medida, os desígnios divinos naquela zona. Stalemar, estarrecido e particularmente sumbisso às vontades de Esmeralda, começava a crer que tudo tinha, afinal, corrido pelo melhor. O Cardeal tinha sido despachado e a concorrência estava totalmente fracturada ao ponto de não se conseguir entender sobre quem deveria assumir o lugar do Coronel, e, se Enrique assumisse o que se tinha passado na casa de D. Violante há quase 30 anos atrás, só lhe restava imputar à Igreja, sem que Ratzinger o soubesse, o homicídio de Vitoriano.
Não faz muito que conheci uma personagem algo macabra, um jovem que falava com o silencio. De certeza que já conheceram aquelas pessoas que respondem a um "bom dia" com um sorriso, não é nada demais. Mas quando uma pessoa responde a tudo com um sorriso macabro, aí a situação torna-se estranhamente inovadora. - Olá então tá tudo bem? - Chewie: ( Sorri ) - Então e o que andas a fazer? - Chewie: ( Sorri ) - Uhmmm....E a escola tá fixe? - Chewie: ( Sorri ) - Pois.... Tão vá até depois. Esta emocionante conversa ficou aqui... Alguns dias mais tarde, na companhia do meu irmão Odin, entrei em casa e estava lá o nosso amigo Chewie - tão tudo bem? - Chewie: ( sorri ) - Olha este jovem aqui é o Odin, ele é meu irmão - Chewie: ( sorri ) - Odin: Tão tá tudo bem? - Chewie: ( sorri ) - Odin: Tão e que tavas fazendo? - Chewie: ( sorri ) O emocionante Chewie silencioso não é mudo, pelo que eu e o meu irmão Odin percebemos, ele só não gosta de transmitir sons pela boca... Quando encontrarem o Chewie silencioso da vossa vida tratem-no bem, eles são uma espécie em vias de extinção e ainda hoje imcompreensíveis.
Ora nesta aula de hoje, iremos falar dos hebreus e da Grécia Começemos então a aula OS HEBREUS E O REINO DE ISRAEL O mais célebre dos hebreus chamava-se Moisés e viveu na primeira parte da Bíblia. Foi ele que recebeu o catálogo sobre o Monte Cenis. O verdadeiro fundador do reino de Israel é David, que matou o gigante Engolias. Nessa época, viviam os Profetas. Eram os habitantes da Profecia, pequeno povo muito industrioso. A GRÉCIA ANTES DA CONQUISTA ROMANA Conhecemos a história lendária dos Gregos pela Ilíada e a Odisseia, que contam dramas, cantos e canções de embalar. Um dos heróis foi Aquiles, que sua mãe mergulhou no Styx para o tornar impermeável ás flechas, deixando-o na água até ficar intolerável. Isso não impediu Aquiles de morrer e foi ulisses que entrou em tróia disfarçado em cavalo de pau. As duas principais cidades da Grécia eram Esparta e Atenas. Em Esparta, os jovens eram alistados em bandos. Enquanto estavam na guerra, as suas mulheres tinham filhos. A fim de fazerem muitos, eram treinadas desde a mais tenra idade. Os Atenienses entendiam-se como irmãos , mas deviam obedecer uns aos outros. Usavam um vestuário curto: o peplo. Quando chovia punham-no à cabeça. Atenas e Esparta estavam frequentemente em guerra. No entanto, uniram-se para lutar contra os Persas, vindos da Ciática e que tinham forçado as Termólipas e invadido a Grécia. Felizmente, um chefe espartano, Leónidas, pôs um termo aos pilhas. Entre os gregos célebres, podemos citar Sócrates. Sua mulher Xantipa fez-lhe um dia uma cena porque ele desejava comprar uma bicicleta e ela não queria. O melhor amigo de Sócrates era Alcibíades; mas este, ferido, não pôde impedir o seu amor próprio de passar para o inimigo. Outros gregos célebres: Demóstenes, que era grego de nascença, e Alexandre Magno, que amestrou um cavalo sem cabeça chamado Bicéfalo. Os gregos tinham excelentes artistas. As suas mais conecidas são havemos de Milo e o Apolo do Roverbero. Os Gregos adoravam deuses que viviam na estação Montparnasse. O deus dos ladrões chamava-se Herpes. Devia ser muito eficaz, pois a história imparcial ensina-nos que ao jogarem ás pedrinhas os Gregos mostravam sempre o rei. E por hoje ficamos por aqui esperam pela aula cujo tema será a história de Roma. Adeus, despeço-me com amizade
Capítulo IV (Continuação) Posta 7 O PVV (Partido Vermelho Vivo) ainda não sabia no que se tinha metido ao convidá-lo para cabeça de lista. O Coronel, uma séria ameaça ao seu sucesso como político, estava eliminado. O parvo do Cardeal, sem o saber, tinha tirado do caminho de Stalemar o único que lhe poderia fazer frente. Esmeralda continuava a ser a sua amante de sempre, embora, e ele aceitava-o, a tivesse de partilhar com mais dois ou três. Mas a vida era assim. Desde pequeno que teve de partilhar tudo. Partilhava a chupeta com o irmão mais novo, partilhava o penico com a irmã mais velha, partilhava o quarto com o namorado da irmã casada, partilhara a mulher com o padeiro durante anos, enfim, estava habituado a partilhar. Só o PODER, só o poder é que não ia partilhar. Isso nunca. Acabou o artigo de opinião, leu-o em voz alta e concluiu: -Mas que belo artigo! Stalemar, cada vez escreves melhor... Pegou no telefone, marcou um número, esperou uns segundos e disse: -Quero falar com o Cardeal. -Quem quer falar com ele? -É o doutor Stalemar de S. Bartolomeu da Cobra Zarolha -Sua Eminência já não se encontra entre nós. -Foi ao Vaticano? -Não. Foi envenenado.
S. Bartolomeu da Cobra Zarolha, 15 de Fevereiro 01.30h Stalemar continuava no seu escritório a terminar mais um artigo de opinião para o seu Jornal. A noite estava avançada, mas ele não conseguia deixar de pensar nos acontecimentos do dia. " Finalmente chegou o momento! Após estes anos de luta e sacrificios consegui." Sim, o seu momento chegou. O ponto em que finalmente iria sentir o doce sabor do poder, do controlo do destino de outros. Mas acima de tudo esperava de alcançar o respeito, algo que ele nunca durante a sua carreira obteve. Apesar de constantes aparições públicas, inúmeras intervenções e participações em projectos e associações de todas as áreas da comunidade de S. Bartolomeu, as pessoas continuavam considerá-lo um radical, alguém que tomava posições extremas sem analisar as repercussões que poderiam surgir. Acima de tudo era para provar a uma pessoa que era capaz, que era superior. Esmeralda, a maldita! Só para sentir o seu corpo, o seu cheiro, desceu a níveis inimagináveis de humilhações e embaraços em locais pouco próprios para pessoas do seu estatuto. O PVV convidou-o para tomar as rédeas do destino de S. Bartolomeu da Cobra Zarolha. Foi o candidato escolhido. " Vou mostrar a todos como se deve lidar, de punho firme e decidido!"
O arrabalde às vezes é um local mesmo muito estranho e a história que se segue é a prova disso mesmo. Estava eu na minha pacata viagem de autocarro para a escola do arrabalde, quando reparo que no lugar ao lado estava um jovem rapaz a escarafunchar o túnel nasal de uma forma bastante entusiasmada. Achei melhor desviar o olhar não fosse o meu pequeno almoço ter um contacto com o exterior, mas no preciso momento em que ia tirar aquela cena repugnante da minha vista que o jovem retirou um fruto do seu trabalho nasal e começou a massagá-lo com os dedos de forma a criar uma pequena bola de muco. Momentos depois chegámos ao nosso destino e seguimos em direcção à escola do arrabalde. Estávamos quase a chegar quando nos deparámos com um habitante do arrabalde que espirrou de uma forma mesmo muito brusca. Nós por acaso olhámos e foi aí que eu vi umas das cenas mais nojentas de toda a minha vida, o respectivo habitante tinha o enorme fio de muco do nariz ao chão. Na luta para soltar o muco do seu nariz o pobre habitante acabou por se enrolar na própria porcaria. Foi já numa aula que me deparei com uma outra cena macabra. Um jovem rapazito passeava em círculos no centro do vasto pátio que estava completamente vazio. Reparei que ele estava ao telémovel e fazia vários gestos enquanto circulava. Voltei a dar atenção à aula e ouvi o professor explicar: - E então como podemos ver temos o exemplo dos insectos : o gafanhoto, a borboleta, as moscas e os gatos. Achei melhor nem dizer nada pois o senhor estava mesmo convicto no que estava a dizer. Foi então que a minha colega do lado me chamou e perguntou se eu queria pôr a pastilha dela no lixo. Obviamente não fui pôr aquilo no lixo e com a preguiça ela decidiu guardá-la numa mão enquanto escrevia com a outra. Subitamente ela errou num exercício que estava a fazer e espetou com a mão na cabeça. Tinha agora a parceira do lado com uma pastilha colada no seu cabelo muito longo, olhei pela janela e reparei que o jovem continuava lá aos círculos no centro do pátio. A solução dela foi cortar o cabelo ali na sala à tesourada, encheu-me a mesa de cabelos e pedaços de pastilha mastigada. Na hora de almoço fomos a um restaurante situado perto do tribunal do arrabalde. Sentamo-nos numa mesa com uma janela mesmo por cima. Já durante o almoço uma criatura repugnante, enrugada e desdentada meteu a cabeça pela janela e começou a gritar: - Ó MENINA!!MENIIINAAAA!! ÓOOO!! Dirigia-se à empregada... A criatura horripilante derepente virou-se e cuspiu para o chão, quando se voltou tinha um resto da sua baba verde no canto da boca, e continuou a gritrar. Foi nesse momento que as minhas entranhas começaram a mexer-se produzindo vomitos. Não consegui comer mais, paguei e saí dali em direcção à escola. Na aula de produção artística uma jovem apareceu sobressaltada à procura do seu lápis. Um bravo colega da minha turma disse que sabia do paradeiro do lápis e explicou-lhe desta forma: - Olha eu vi-o ( o lápis ) a ir naquela direcção com uma toalha às costas.... Por incrível que pareça ela seguiu as suas instruções e foi naquela direcção ver se o encontrava e sentido-se perdida ainda pergunta: - Onde??? Não o vejo?? Nesse momento toda a turma estava estupefacta a olhar para a jovem... Mas uma voz lá no fundo da sala desviou as nossas atenções, era a voz do professor e dizia assim: - Epá!!!! Esta jovem aqui faz uns belos bicos! A turma toda desatou às gargalhadas e envergonhado o professor explica-se dizendo que se referia aos bicos dos lápis... Na viagem de regresso a casa, uma senhora bem vestida de nalguita arrebitada e poleiros de piriquito nas orelhas, atendeu o telemóvel e começou a falar em voz alta: - Que se passa Carlos Maria?? (...) - O quê???????? (...) - Tem calma!!! Esclarece-te !! Ai... Estás a assustar-me...! (...) - Acalma-te Carlos Maria! Ai KÓRRÓRE!! (...) - ACALMA-TE!!! (...) - Mas aonde é que o passarinho está morto??? Reparei que muita gente ria naquele momento à custa daquela nobre senhora. Bem caros leitores, não quero roubar mais do vosso tempo, já demorei demais. Para a próxima há mais.
Saibam os meus caros colegas que, apesar desta fachada dura e inflexível, sou um gajo sensível. Tanto que, apesar de nada ter que ver com isso, debalde alerto companheiros de farra para os perigos ocultos do excesso de álcool. Não que queira evitar que atinjam o estado sublime que alguns larilas, amaricadamente, apelidam de bebedeira. Nada disso. Pretendo apenas, e tão somente, contribuir para que não se dê um novo desastre ecológico como a queda do meteorito que despachou os nossos antepassados sáurios para a quinta do caralho; desastre esse que teria a sua forma material no rebento resultante da cópula de um jovem estudante de letras alcoolizado com o 'Bob'. Para aqueles que não conhecem o 'Bob'*, será porventura necessário descrever, de forma quase Lovecraftiana, a repugnância indizível que esta abominável criatura desperta num ser humano em plena posse das suas faculdades. Imaginemos, pois então, um emaranhado rubicundo de nervos, músculos relaxados, ossos porosos, pele flácida e líquidos baços e turvos, articulados de forma funcional por forma a constituir aquilo a que, carinhosamente, chamamos 'Bob'. Este conjunto pouco amorável de repugnantes componentes têm ainda a agravante não-matemática de a soma da repugnância de cada elemento individual ser francamente inferior ao asco promovido pela soma dos componentes. Assim sendo, poucos seriam os audazes e intrépidos (leia-se esfomeados) punheteiros capazes de superar esse 'handicap' e mergulhar de picha dura na chicha mole. O problema é quando se embebedam. É sabido que o álcool reduz o sentido crítico até dos mais sagazes (tendo já sido comprovado por vários estudos) e, embora os meus companheiros de farra sejam, sem dúvida, indivíduos lúcidos, elucidados e até inteligentes; não creio terem a força de vontade necessária para evitar o entorpecimento sensorial promovido por Baco, estando portanto, vulneráveis a distorções impensáveis da realidade. É por isto que, sendo eu um gajo porreiraço e amigo da amiga do meu amigo, tento evitar que uma qualquer noite de pagode se transforme numa calamidade mundial, passível de pôr em risco o próprio futuro da humanidade. Sejam conscientes e alertem também os vossos amigos: antes uma punheta mal esgalhada às 3 da matina que uma foda de merda com uma criatura destas. Tenho dito. *Qualquer semelhança com a realidade é totalmente propositada e, se acharem que alguém dos vossos conhecimentos possa ser o 'Bob', então é porque o é. O 'Bob' não é mais que uma personagem-tipo criada propositadamente para se adequar ao tecido social em que cada um de vós se movimenta, não sendo por isso de descartar a hipótese de haver milhares destes seres espalhados por esse país fora.
Valendo-se da peculiar, e antiquíssima, arquitectura do prédio de três andares, situado numa larga avenida lisboeta, Esmeralda decidiu, não sem algum esforço, sair pela janela do quarto e daí para a varanda do primeiro andar, cujo ocupante se encontrava ausente. Teve tempo ainda para, do sítio onde se encontrava, verificar que o irmão Giuliano e o irmão Carlo não estavam sós, tendo deixado um vigia, um tipo de aspecto muito pouco religioso, perto da entrada do prédio, que se entretinha a mandar piropos algo despropositados às jovens estudantes que por ele eram forçadas a passar.
Esmeralda, não tendo outra escolha senão ouvir atentamente, percebeu que o melhor que tinha a fazer era tentar esperar que os homens do cardeal saíssem ou arranjar um plano astucioso para conseguir sair dali o mais depressa possível. Assim que se preparava para ordenar ao telefone celular, cujas peculiaridades ainda lhe escapavam, que estabelecesse uma chamada de curta distância para um seu velho conhecido do curso de Marketing do ISCSP, apercebeu-se de um grande alvoroço no andar de cima, cujo significado lhe foi confirmado ao verificar que o 'bulldog' destacado para o trabalho de vigia tinha também entrado no prédio.
-Estou, Rui?
-...
-Olha, preciso imenso de um favor teu. Podes vir buscar-me ao mesmo prédio onde estivemos da outra vez?
-...
-Eu depois explico.. e recompensar-te-ei. Só mais uma coisa, estou no primeiro andar, e não no segundo, ok? O nosso Vivi mudou de apartamento, e de residência permanente. Depois explico.
-...
-Ok, um beijo. Adeus.
Depois desta curta chamada, Esmeralda sentiu finalmente o seu corpo ainda tenso relaxar um pouco e procurou avidamente uma garrafa de um licor qualquer para retemperar forças, não fosse o Diabo tecê-las.
Enquanto isto, no andar de cima, os dois irmãos e o seu capataz tentavam perceber o que tinha acontecido a Vitoriano, que viam quase como um pai espiritual, já que tinha sido ele o responsável pelo fortíssimo apoio popular que a Igreja local tinha recebido quando o escândalo esteve prestes a rebentar.
-Aposto que isto foi obra daquele jornalistazeco de quinta categoria. Estes hereges não descansam enquanto não nos matarem a todos.
-Calma, irmão Carlo. Temos de sair daqui o mais depressa possível e relatar o sucedido ao Cardeal, para que sejam tomadas medidas imediatas.
-Mas.. e o corpo?
-Temos de tirá-lo daqui. Este apartamento tem de ser limpo antes que a polícia o encontre.
Envolto no lençol onde tinha gemido pela última vez, o Coronel foi desajeitadamente arrastado pelos irmãos e o seu capataz até ao contentor mais próximo, onde foi despejado não sem algum cuidado, naquilo que foi uma dolorosa despedida para Carlo e Giuliano.
Poderá parecer gratuito e/ou ofensivo, mas estou plenamente convencido de que, para se ser HELDER, tem de se ser homossexual (activo). E digo isto consciente das implicações sócio-religiosas que esta situação tem na sociedade portuguesa (e da sociedade eborense em particular), sendo uma questão fracturante e problemática que muita celeuma tem levantado. Ora, em primeiro lugar, é preciso afirmar que a paneleirice dos 'HELDER' só recentemente foi descoberta. Numa das nossas avançadas saídas de investigação social, eu e o colega Odin concluímos que o facto de as rondas serem duplas (constituídas por dois indivíduos distintos e diferenciados) se devia ao facto de o duo constituir um casal de facto (e de pleno direito, não vá algum larilas ofender-se), sendo que os solteiros eram prontamente retirados do trabalho de campo activo e remetidos para clausura e introspecção intensa durante um período de 9 semanas e meia. Esta constatação revelou ainda, porém, que o controlo e coordenação dos grupos avançados de evangelização é francamente deficitário e insuficiente, gerando situações de desconforto e angústia quando os dois 'HELDER' estão amuados um com o outro. Tal verifica-se com alguma regularidade, não sendo, por isso, de desprezar o efeito negativo que os arrufos têm na sua capacidade de trabalho, já que se afastam deliberadamente um do outro (não partilhando o banco no autocarro, por exemplo), anulando uma das suas maiores capacidades: a de convencer outros mariconços de que a pertença ao grupo lhes trará compensações emocionais notáveis e muitas e variadas sessões de sexo rectal em grupo. O manifesto desvio à norma que estas situações caracterizam levam a que cada vez menos pessoas sintam carinho e ternura por estas criaturas, o que leva à segregação e, inevitavelmente, à toxicodependência, à delinquência e, nos casos mais graves, à religião católica. É, por isso, muito importante que alertemos quem de direito sempre que os nossos estimados 'HELDER' estejam de birrinha uns com os outros, para que possamos, lentamente, construir uma sociedade melhor e cada vez mais mariconça. Conto convosco.
Ora o assunto é o seguinte:
Diz o regulamento que o jogador deve ir à bola! Ora este jovem(repare-se na cara do pontapeador; a garra ali implícita) conseguiu não ir a uma mas a duas! E por isso pergunto tendo este jovem feito algo impensável que é conseguir ir a duas bolas, isto deveria ser considerado falta?
Bem, para começar ao convidarem-me disseram-me que isto era um blog sério, já vi que me enganaram, para além de me quererem empalar, enganam-me, mas prontos, olha deixa... Para por um toque de seriedade a isto, quero anunciar que ontem, após ter conhecimento do nome do novo papa fiquei bastante desiludido, angustiado, o cognome do bicho vai ser BENTO??? fogo... sempre sonhei ter um Papa chamado Gaio, Papa Gaio... Acho que vou mandar uma carta ao Vaticano, alguem quer subscrever?
No passado dia 31 de Fevereiro, fugiu de sua casa, o farrusco, é um pequeno canídeo, bastante meigo,carinhoso e inofensivo, pobrezinho apenas tem um defeito é viciado em droga, por isso apelo a quem o encontrar, que lhe dê a dose, pois o pobre animal deve estar jà ressacado.
Ora como os mais pequenos também merecem aqui vai uma história: O Cão Baltazar Era uma vez um cão; chamava-se Baltazar. Certo dia, Baltazar estáva a passear e encontra um gato: - Olá gato! Estás bom? - Que é caralho? Conheço-te foda-se? E nisto, o gato deu uma sova ao cão mantando-o. Moral: Se saíres à rua, não fales com estranhos.